VIEIRA

Vieira é o nome popular, dado a um grupo de moluscos bivalves (duas valvas/ conchas) da família Pectinidae. Em inglês, os pectinídeos são
conhecidos como scallops, e em francês, como Coquille de Saint-Jacques. Das dezesseis espécies de Vieiras descritas para o litoral brasileiro, duas se destacam devido ao maior tamanho e interesse comercial.

Atualmente, a espécie Nodipecten nodosus é a única que possui representatividade no cenário aquícola nacional, pois apresenta pacote
tecnológico bem desenvolvido e laboratório de produção de formas jovens operante. A espécie nativa da região  atinge grande tamanho e rápido crescimento, aproximadamente 8,0 cm de valva em 18 meses. Seu cultivo é realizado no sistema de long-lines, de meia água, entre 10 - 14 metros de profundidade, de forma sustentável e orgânica. 

BIJUPIRÁ

A origem do nome bijupirá é indígena (biju significa bom e pirá peixe, ou seja, peixe bom).  Também conhecido como beijupirá, parambijú ou cação de escama, o  Rachycentron canadum é um peixe pelágico de regiões tropicais e subtropicais . Sua ocorrência se dá ao redor do globo, e mundialmente é conhecido como Cobia. Já no Brasil, encontra-se distribuído desde a região sul até a norte. 

O cultivo do peixe ocorre em tanques-rede em sistema near-shore (próximo à costa). A base da alimentação do mesmo é rejeito de pesca, em especial  a sardinha, proveniente do excedente da pesca industrial. Devido ao seu hábito carnívoro, apresenta rápido crescimento, podendo atingir até 5 kg em um ano.  Sua carne é branca, de sabor suave e muito rica em ômega 3. 

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